<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Jurisprudência do STF e STJ</title>
	<atom:link href="http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com</link>
	<description>As matérias mais relevantes dos informativos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jun 2011 01:17:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='jurisprudenciasuprema.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://0.gravatar.com/blavatar/25967c2cc35561965fe0edc697c15014?s=96&#038;d=http%3A%2F%2Fs2.wp.com%2Fi%2Fbuttonw-com.png</url>
		<title>Jurisprudência do STF e STJ</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/osd.xml" title="Jurisprudência do STF e STJ" />
	<atom:link rel='hub' href='http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Notícias STJ, 13/09/09 &#8211; STJ busca parâmetros para uniformizar valores de danos morais</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/11/27/noticias-stj-130909-stj-busca-parametros-para-uniformizar-valores-de-danos-morais/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/11/27/noticias-stj-130909-stj-busca-parametros-para-uniformizar-valores-de-danos-morais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 21:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[RESPONSABILIDADE CIVIL]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1756</guid>
		<description><![CDATA[Por muitos anos, uma dúvida pairou sobre o Judiciário e retardou o acesso de vítimas à reparação por danos morais: é possível quantificar financeiramente uma dor emocional ou um aborrecimento? A Constituição de 1988 bateu o martelo e garantiu o direito à indenização por dano moral. Desde então, magistrados de todo o país somam, dividem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1756&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">Por muitos anos, uma dúvida pairou sobre o Judiciário e retardou o acesso de vítimas à reparação por danos morais: é possível quantificar financeiramente uma dor emocional ou um aborrecimento? A Constituição de 1988 bateu o martelo e garantiu o direito à indenização por dano moral. Desde então, magistrados de todo o país somam, dividem e multiplicam para chegar a um padrão no arbitramento das indenizações. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem a palavra final para esses casos e, ainda que não haja uniformidade entre os órgãos julgadores, está em busca de parâmetros para readequar as indenizações.</div>
<div style="text-align:justify;">
<strong><span style="color:#333399;">O valor do dano moral tem sido enfrentado no STJ sob a ótica de atender uma dupla função: reparar o dano buscando minimizar a dor da vítima e punir o ofensor para que não reincida</span></strong>. Como é vedado ao Tribunal reapreciar fatos e provas e interpretar cláusulas contratuais, o STJ apenas altera os valores de indenizações fixados nas instâncias locais quando se trata de quantia irrisória ou exagerada.</p>
<p><strong>Subjetividade</strong></p>
<p>Quando analisa o pedido de dano moral, <strong><span style="color:#333399;">o juiz tem liberdade para apreciar, valorar e arbitrar a indenização dentro dos parâmetros pretendidos pelas partes. De acordo com o ministro Salomão, não há um critério legal, objetivo e tarifado para a fixação do dano moral</span></strong>. “Depende muito do caso concreto e da sensibilidade do julgador”, explica. “A indenização não pode ser ínfima, de modo a servir de humilhação a vítima, nem exorbitante, para não representar enriquecimento sem causa”, completa.</p>
<p><span style="color:#000000;">De acordo com o ministro Beneti, nos casos mais freqüentes</span><strong><span style="color:#333399;">, considera-se, quanto à vítima, o tipo de ocorrência (morte, lesão física, deformidade), o padecimento para a própria pessoa e familiares, circunstâncias de fato, como a divulgação maior ou menor e consequências psicológicas duráveis para a vítima. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#333399;">Quanto ao ofensor, considera-se a gravidade de sua conduta ofensiva, a desconsideração de sentimentos humanos no agir, suas forças econômicas e a necessidade de maior ou menor valor, para que o valor seja um desestímulo efetivo para a não reiteração</span></strong>.</p>
<p><strong>Morte dentro de escola = 500 salários</strong><br />
Quando a ação por dano moral é movida contra um ente público (por exemplo, a União e os estados), cabe às turmas de Direito Público do STJ o julgamento do recurso. Seguindo o entendimento da Segunda Seção, a Segunda Turma vem fixando o valor de indenizações no limite de 300 salários mínimos. Foi o que ocorreu no julgamento do Resp 860705, relatado pela ministra Eliana Calmon. O recurso era dos pais que, entre outros pontos, tentavam aumentar o dano moral de R$ 15 mil para 500 salários mínimos em razão da morte do filho ocorrida dentro da escola, por um disparo de arma. A Segunda Turma fixou o dano, a ser ressarcido pelo Distrito Federal, seguindo o teto padronizado pelos ministros.</p>
<p>O patamar, no entanto, pode variar de acordo com o dano sofrido. Em 2007, o ministro Castro Meira levou para análise, também na Segunda Turma, um recurso do Estado do Amazonas, que havia sido condenado ao pagamento de R$ 350 mil à família de uma menina morta por um policial militar em serviço. Em primeira instância, a indenização havia sido fixada em cerca de 1.600 salários mínimos, mas o tribunal local reduziu o valor, destinando R$ 100 mil para cada um dos pais e R$ 50 mil para cada um dos três irmãos. O STJ manteve o valor, já que, devido às circunstâncias do caso e à ofensa sofrida pela família, não considerou o valor exorbitante nem desproporcional (REsp 932001).</p>
<p><strong>Paraplegia = 600 salários</strong><br />
A subjetividade no momento da fixação do dano moral resulta em disparidades gritantes entre os diversos Tribunais do país. Num recurso analisado pela Segunda Turma do STJ em 2004, a Procuradoria do Estado do Rio Grande do Sul apresentou exemplos de julgados pelo país para corroborar sua tese de redução da indenização a que havia sido condenada.</p>
<p>Feito refém durante um motim, o diretor-geral do hospital penitenciário do Presídio Central de Porto Alegre acabou paraplégico em razão de ferimentos. Processou o estado e, em primeiro grau, o dano moral foi arbitrado em R$ 700 mil. O Tribunal estadual gaúcho considerou suficiente a indenização equivalente a 1.300 salários mínimos. Ocorre que, em caso semelhante (paraplegia), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais fixou em 100 salários mínimos o dano moral. Daí o recurso ao STJ.</p>
<p>A Segunda Turma reduziu o dano moral devido à vítima do motim para 600 salários mínimos (Resp 604801), mas a relatora do recurso, ministra Eliana Calmon, destacou dificuldade em chegar a uma uniformização, já que há múltiplas especificidades a serem analisadas, de acordo com os fatos e as circunstâncias de cada caso.</p>
<p><strong>Morte de filho no parto = 250 salários</strong><br />
Passado o choque pela tragédia, é natural que as vítimas pensem no ressarcimento pelos danos e busquem isso judicialmente. Em 2002, a Terceira Turma fixou em 250 salários mínimos a indenização devida aos pais de um bebê de São Paulo morto por negligência dos responsáveis do berçário (Ag 437968).</p>
<p>Caso semelhante foi analisado pela Segunda Turma neste ano. Por falta do correto atendimento durante e após o parto, a criança ficou com sequelas cerebrais permanentes. Nesta hipótese, a relatora, ministra Eliana Calmon, decidiu por uma indenização maior, tendo em vista o prolongamento do sofrimento.</p>
<p>“A morte do filho no parto, por negligência médica, embora ocasione dor indescritível aos genitores, é evidentemente menor do que o sofrimento diário dos pais que terão de cuidar, diuturnamente, do filho inválido, portador de deficiência mental irreversível, que jamais será independente ou terá a vida sonhada por aqueles que lhe deram a existência”, afirmou a ministra em seu voto. A indenização foi fixada em 500 salários mínimos (Resp 1024693)</p>
<p><strong>Fofoca social = 30 mil reais</strong><br />
O STJ reconheceu a necessidade de reparação a uma mulher que teve sua foto ao lado de um noivo publicada em jornal do Rio Grande do Norte, noticiando que se casariam. Na verdade, não era ela a noiva, pelo contrário, ele se casaria com outra pessoa. Em primeiro grau, a indenização foi fixada em R$ 30 mil, mas o Tribunal de Justiça potiguar entendeu que não existiria dano a ser ressarcido, já que uma correção teria sido publicada posteriormente. No STJ, a condenação foi restabelecida (Resp 1053534).</p>
<p><strong>Protesto indevido = 20 mil reais</strong><br />
Um cidadão alagoano viu uma indenização de R$ 133 mil minguar para R$ 20 mil quando o caso chegou ao STJ. Sem nunca ter sido correntista do banco que emitiu o cheque, houve protesto do título devolvido por parte da empresa que o recebeu. Banco e empresa foram condenados a pagar cem vezes o valor do cheque (R$ 1.333). Houve recurso e a Terceira Turma reduziu a indenização. O relator, ministro Sidnei Beneti, levou em consideração que a fraude foi praticada por terceiros e que não houve demonstração de abalo ao crédito do cidadão (Resp 792051).</p>
<p><strong>Alarme antifurto = 7 mil reais</strong><br />
O que pode ser interpretado como um mero equívoco ou dissabor por alguns consumidores, para outros é razão de processo judicial. O STJ tem jurisprudência no sentido de que não gera dano moral a simples interrupção indevida da prestação do serviço telefônico (Resp 846273).</p>
<p>Já noutro caso, no ano passado, a Terceira Turma manteve uma condenação no valor de R$ 7 mil por danos morais devido a um consumidor do Rio de Janeiro que sofreu constrangimento e humilhação por ter de retornar à loja para ser revistado. O alarme antifurto disparou indevidamente.</p>
<p>Para a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, foi razoável o patamar estabelecido pelo Tribunal local (Resp 1042208). Ela destacou que o valor seria, inclusive, menor do que noutros casos semelhantes que chegaram ao STJ. Em 2002, houve um precedente da Quarta Turma que fixou em R$ 15 mil indenização para caso idêntico (Resp 327679).</p></div>
<div style="text-align:justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tabela</strong></p>
<p>A tabela abaixo traz um resumo de alguns precedentes do STJ sobre casos que geraram dano moral, bem como os valores arbitrados na segunda instância e no STJ. Trata-se de material exclusivamente jornalístico, de caráter ilustrativo, com o objetivo de facilitar o acesso dos leitores à ampla jurisprudência da Corte.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="385">
<tbody>
<tr>
<td><strong><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:x-small;">Evento</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:x-small;">2º grau</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:x-small;">STJ</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:x-small;">Processo</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Recusa em cobrir tratamento médico-hopsitalar (sem dano à saúde)</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 5 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 20 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 986947</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Recusa em fornecer medicamento (sem dano à saúde)</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 100 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">10 SM</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 801181</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Cancelamento injustificado de vôo</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">100 SM</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 8 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 740968</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Compra de veículo com defeito de fabricação; problema resolvido dentro da garantia</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 15 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">não há dano</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 750735</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Inscrição indevida em cadastro de inadimplente</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">500 SM</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 10 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 1105974</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Revista íntima abusiva</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">não há dano</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">50 SM</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 856360</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Omissão da esposa ao marido sobre a verdadeira paternidade biológica das filhas</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 200 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">mantida</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 742137</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Morte após cirurgia de amígdalas</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 400 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 200 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 1074251</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Paciente em estado vegetativo por erro médico</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 360 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">mantida</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 853854</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Estupro em prédio público</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 52 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">mantida</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 1060856</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Publicação de notícia inverídica</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 90 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 22.500</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 401358</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Preso erroneamente</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">não há dano</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">R$ 100 mil</span></td>
<td><span style="font-size:xx-small;">Resp 872630</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%20860705" target="janela_processos">Resp 860705</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%20932001" target="janela_processos">REsp 932001</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%20604801" target="janela_processos">Resp 604801</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Ag%20437968" target="janela_processos">Ag 437968</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%201024693" target="janela_processos">Resp 1024693</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%201053534" target="janela_processos">Resp 1053534</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%20792051" target="janela_processos">Resp 792051</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%20846273" target="janela_processos">Resp 846273</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%201042208" target="janela_processos">Resp 1042208</a> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=Resp%20327679" target="janela_processos">Resp 327679</a></div>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1756/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1756&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/11/27/noticias-stj-130909-stj-busca-parametros-para-uniformizar-valores-de-danos-morais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STJ, 10/04/2006 &#8211; IMPUTAÇÃO OBJETIVA. RISCO CRIADO. TEORIA DA CONFIANÇA</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/28/stj-imputacao-objetiva-risco-criado-teoria-da-confianca/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/28/stj-imputacao-objetiva-risco-criado-teoria-da-confianca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 19:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[PENAL]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria do crime]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1751</guid>
		<description><![CDATA[HABEAS CORPUS Nº 46.525 &#8211; MT (2005/0127885-1) PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS . HOMICÍDIO CULPOSO. MORTE POR AFOGAMENTO NA PISCINA. COMISSÃO DE FORMATURA. INÉPCIA DA DENÚNCIA. ACUSAÇÃO GENÉRICA. AUSÊNCIA DE PREVISIBILIDADE, DE NEXO DE CAUSALIDADE E DA CRIAÇÃO DE UM RISCO NÃO PERMITIDO. PRINCÍPIO DA CONFIANÇA. TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL. ATIPICIDADE DA CONDUTA. ORDEM CONCEDIDA. 1. Afirmar na denúncia que &#8220;a vítima [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1751&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">HABEAS CORPUS Nº 46.525 &#8211; MT (2005/0127885-1)</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS . HOMICÍDIO CULPOSO. MORTE POR AFOGAMENTO NA PISCINA. COMISSÃO DE FORMATURA. INÉPCIA DA DENÚNCIA. A<span style="color:#333399;"><strong>CUSAÇÃO GENÉRICA. AUSÊNCIA DE PREVISIBILIDADE, DE NEXO DE CAUSALIDADE E DA CRIAÇÃO DE UM RISCO NÃO PERMITIDO. PRINCÍPIO DA CONFIANÇA</strong></span>. TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL. ATIPICIDADE DA CONDUTA. ORDEM CONCEDIDA.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">1. Afirmar na denúncia que &#8220;a vítima foi jogada dentro da piscina por seus colegas, assim como tantos outros que estavam presentes, ocasionando seu óbito&#8221; não atende satisfatoriamente aos requisitos do art. 41 do Código de Processo Penal, uma vez que, segundo o referido dispositivo legal, &#8220;A denúncia ou queixa conterá a exposição do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias, a qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa identificá-lo, a classificação do crime e, quando necessário, o rol das testemunhas&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">2. Mesmo que se admita certo abrandamento no tocante ao rigor da individualização das condutas, quando se trata de delito de autoria coletiva, não existe respaldo jurisprudencial para uma acusação genérica, que impeça o exercício da ampla defesa, por não demonstrar qual a</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">conduta tida por delituosa, considerando que nenhum dos membros da referida comissão foi apontado na peça acusatória como sendo pessoa que</div>
<div id="_mcePaste">jogou a vítima na piscina.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">3. Por outro lado, narrando a denúncia que <span style="color:#333399;"><strong>a vítima afogou-se em virtude </strong></span><span style="color:#333399;"><strong>da ingestão de substâncias psicotrópicas, o que caracteriza uma autocolocação em risco, excludente da responsabilidade criminal, ausente o nexo causal</strong></span>.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">4. Ainda que se admita a existência de relação de causalidade entre a conduta dos acusados e a morte da vítima, à luz da <span style="color:#333399;"><strong>teoria da imputação </strong></span><span style="color:#333399;"><strong>objetiva, necessária é a demonstração da criação pelos agentes de uma </strong></span><span style="color:#333399;"><strong>situação de risco não permitido, não-ocorrente, na hipótese, porquanto é </strong></span><span style="color:#333399;"><strong>inviável exigir de uma Comissão de Formatura um rigor na fiscalização </strong></span><span style="color:#333399;"><strong>das substâncias ingeridas por todos os participantes de uma festa</strong></span>.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">5. <span style="color:#333399;"><strong>Associada à teoria da imputação objetiva, sustenta a doutrina que </strong></span><span style="color:#333399;"><strong>vigora o princípio da confiança, as pessoas se comportarão em conformidade com o direito</strong></span>, o que não ocorreu in casu, pois a vítima veio a afogar-se, segundo a denúncia, em virtude de ter ingerido substâncias</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">psicotrópicas, comportando-se, portanto, de forma contrária aos padrões esperados, afastando, assim, a responsabilidade dos pacientes, diante da inexistência de previsibilidade do resultado, acarretando a atipicidade da conduta.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;">6. Ordem concedida para trancar a ação penal, por atipicidade da conduta, em razão da ausência de previsibilidade, de nexo de causalidade e de criação de um risco não permitido, em relação a todos os denunciados, por força do disposto no art. 580 do Código de Processo Penal.</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1751/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1751&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/28/stj-imputacao-objetiva-risco-criado-teoria-da-confianca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Notícias STJ, 27/09/10 &#8211; Empresa privada não é parte necessária em ação de improbidade administrativa</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/27/noticias-stj-270910-empresa-privada-nao-e-parte-necessaria-em-acao-de-improbidade-administrativa/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/27/noticias-stj-270910-empresa-privada-nao-e-parte-necessaria-em-acao-de-improbidade-administrativa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[*DÚVIDAS]]></category>
		<category><![CDATA[ADMINISTRATIVO]]></category>
		<category><![CDATA[Improbidade administrativa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1748</guid>
		<description><![CDATA[O relator do recurso no STJ, ministro Herman Benjamim, ressaltou que a Lei n. 8.429/1992, chamada Lei de Improbidade Administrativa (LIA), não prevê a formação de litisconsorte necessário entre o suposto autor do ato de improbidade e eventuais beneficiários. Os terceiros privados que se beneficiam ou participam do ato ímprobo estão sujeitos às regras da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1748&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O relator do recurso no STJ, ministro Herman Benjamim, ressaltou que <span style="color:#333399;"><strong>a  Lei n. 8.429/1992, chamada Lei de Improbidade Administrativa (LIA), não  prevê a formação de litisconsorte necessário entre o suposto autor do  ato de improbidade e eventuais beneficiários</strong></span>. Os terceiros privados que  se beneficiam ou participam do ato ímprobo estão sujeitos às regras da  lei, mas<strong><span style="color:#333399;"> não há qualquer imposição para que participem da ação de  improbidade, que tem como foco a conduta de agente público</span></strong>.</p>
<p>O  ministro Benjamim registrou que a recíproca não é verdadeira. É possível  o ajuizamento de ação civil pública comum para obter o ressarcimento ao  erário. Porém, para que particulares sejam responsabilizados pela LIA, é  necessário que um agente público responsável pelo ato questionado  figure no polo passivo da ação.</p>
<p style="text-align:justify;">O recurso julgado refere-se a uma ação civil pública por improbidade  administrativa contra uma servidora e um ex-coordenador geral da  Fundação Nacional de Saúde no Pará. Eles foram condenados em primeiro  grau por realizar, em 1998, pagamentos indevidos às empresas Timbira  Serviços Gerais e Timbira Serviços de Vigilância, com base em contratos  fraudulentos e sem a efetiva contraprestação. <strong><span style="color:#333399;">Os servidores e o gerente  responsável pelas empresas foram condenados a ressarcir, solidariamente,  R$ 39 mil aos cofres públicos</span></strong>. <strong><span style="color:#333399;">Também foi determinada a suspensão dos  direitos políticos, pagamento de multa e proibição temporária de  contratar com o poder público.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%20896044" target="janela_processos">REsp 896044</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000000;">OBS &#8211; ver inteiro teor da decisão. Ficou a dúvida: a servidora e o administrador ficaram impedidos de contratar com o poder público, mas as empresas não foram atingidas?</span><br />
</span></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1748/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1748&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/27/noticias-stj-270910-empresa-privada-nao-e-parte-necessaria-em-acao-de-improbidade-administrativa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STJ 446 &#8211; 2ª SEÇÃO &#8211; COMPETÊNCIA. ADOÇÃO. GUARDA. INTERESSE. CRIANÇA.</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-2%c2%aa-secao-competencia-adocao-guarda-interesse-crianca/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-2%c2%aa-secao-competencia-adocao-guarda-interesse-crianca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1745</guid>
		<description><![CDATA[No caso de disputa judicial que envolve a guarda ou mesmo a adoção de crianças ou adolescentes, deve-se levar em consideração o interesse deles para a determinação da competência, mesmo que para tal se flexibilizem outras normas. Logo, o princípio do juízo imediato, previsto no art. 147, I, do ECA, sobrepõe-se às regras gerais do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1745&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">No caso de disputa judicial que envolve a guarda ou mesmo a adoção de crianças ou adolescentes, deve-se levar em consideração o interesse deles para a determinação da competência, mesmo que para tal se flexibilizem outras normas. Logo,<span style="color:#333399;"> </span><strong><span style="color:#333399;">o princípio do juízo imediato, previsto no art. 147, I, do ECA, sobrepõe-se às regras gerais do CPC, desde que presente o interesse da criança e do adolescente. Assim, o art. 87 do CPC, que estabelece o princípio da </span><em><span style="color:#333399;">perpetuatio jurisdictionis</span></em><span style="color:#333399;">, deve ser afastado para que a solução do litígio seja mais ágil, segura e eficaz em relação à criança, permitindo a modificação da competência no curso do processo, mas sempre considerando as peculiaridades do caso. A aplicação do art. 87 do CPC em oposição ao art. 147, I, do ECA somente é possível quando haja mudança de domicílio da criança e seus responsáveis, após já iniciada a ação e, consequentemente, configurada a relação processual</span></strong><span style="color:#333399;">.</span> Esse posicionamento tem o objetivo de evitar que uma das partes mude de residência e leve consigo o processo. <a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=CC%20111130" target="new"><strong>CC 111.130-SC</strong></a><strong>, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 8/9/2010.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1745/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1745&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-2%c2%aa-secao-competencia-adocao-guarda-interesse-crianca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STJ 446 &#8211; 1ª SEÇÃO &#8211; EXPULSÃO. ESTRANGEIRO. FILHO BRASILEIRO.</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-1%c2%aa-secao-expulsao-estrangeiro-filho-brasileiro/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-1%c2%aa-secao-expulsao-estrangeiro-filho-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1743</guid>
		<description><![CDATA[A Seção concedeu a ordem de habeas corpus para revogar o decreto de expulsão de estrangeiro condenado pelo delito de tráfico de entorpecentes cuja pena privativa de liberdade foi substituída por restrição de fim de semana e prestação de serviços à comunidade. Entendeu-se ser possível a manutenção, no território nacional, de estrangeiro que tenha filho [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1743&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Seção concedeu a ordem de <em>habeas corpus</em> para revogar o decreto de expulsão de estrangeiro condenado pelo delito de tráfico de entorpecentes cuja pena privativa de liberdade foi substituída por restrição de fim de semana e prestação de serviços à comunidade<strong>.<span style="color:#333399;"> Entendeu-se ser possível a manutenção, no território nacional, de estrangeiro que tenha filho brasileiro, ainda que nascido em momento posterior ao da condenação penal ou do decreto expulsório, desde que efetivamente comprovadas a dependência econômica e a convivência socioafetiva entre ambos. De acordo com o Min. Relator, a jurisprudência deste Superior Tribunal flexibilizou a interpretação conferida ao art. 75, II, b, da Lei n. 6.815/1980, a fim de prestigiar o melhor interesse da criança</span></strong><span style="color:#333399;">.</span> Precedentes citados: HC 104.849-DF, DJe 23/10/2008, e HC 38.946-DF, DJ 27/6/2005. <a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=HC%20157829" target="new"><strong>HC 157.829-SP</strong></a><strong>, Rel. Min. Benedito Gonçalves, julgado em 8/9/2010.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1743/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1743&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-1%c2%aa-secao-expulsao-estrangeiro-filho-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STJ 446 &#8211; 1ª SEÇÃO &#8211; REPETITIVO. EXECUÇÕES FISCAIS. REUNIÃO. FACULDADE.</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-1%c2%aa-secao-repetitivo-execucoes-fiscais-reuniao-faculdade/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-1%c2%aa-secao-repetitivo-execucoes-fiscais-reuniao-faculdade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Execução Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[TRIBUTÁRIO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1741</guid>
		<description><![CDATA[Em julgamento de recurso especial submetido ao regime do art. 543-C do CPC c/c a Res. n. 8/2008-STJ, a Seção asseverou que a reunião de demandas executivas fiscais contra o mesmo devedor constitui uma faculdade do magistrado, não um dever, conforme dispõe o art. 28 da Lei n. 6.830/1980 (Lei de Execução Fiscal – LEF). [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1741&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em julgamento de recurso especial submetido ao regime do art. 543-C do CPC c/c a Res. n. 8/2008-STJ, a Seção asseverou que <strong><span style="color:#333399;">a reunião de demandas executivas fiscais contra o mesmo devedor constitui uma faculdade do magistrado, não um dever, conforme dispõe o art. 28 da Lei n. 6.830/1980 (Lei de Execução Fiscal – LEF). Consignou-se que essa cumulação superveniente, para que possa ocorrer, deve preencher tanto os requisitos do mencionado dispositivo da LEF quanto aqueles dispostos no art. 573 do CPC, a saber: identidade das partes, requerimento da medida por, pelo menos, uma delas, competência do juízo e feitos em fases processuais análogas. Observou o Min. Relator que tal situação difere da chamada cumulação inicial de pedidos, que consiste no direito subjetivo do exequente de reunir, em uma única ação executiva fiscal, diversas certidões de dívida ativa</span></strong>. Precedentes citados: REsp 1.110.488-SP, DJe 9/9/2009; REsp 988.397-SP, DJe 1º/9/2008; REsp 871.617-SP, DJe 14/4/2008; REsp 1.125.387-SP, DJe 8/10/2009; AgRg no REsp 859.661-RS, DJ 16/10/2007; REsp 399.657-SP, DJ 22/3/2006; AgRg no REsp 609.066-PR, DJ 19/10/2006; AgRg no Ag 288.003-SP, DJ 1º/8/2000, e REsp 62.762-RS, DJ 16/12/1996. <a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201158766" target="new"><strong>REsp 1.158.766-RJ</strong></a><strong>, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 8/9/2010.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1741/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1741&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stj-446-1%c2%aa-secao-repetitivo-execucoes-fiscais-reuniao-faculdade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STJ 446 &#8211; 1ª SEÇÃO &#8211; REPETITIVO. EXCEÇÃO. PRÉ-EXECUTIVIDADE. HONORÁRIOS.</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-1%c2%aa-secao-repetitivo-excecao-pre-executividade-honorarios/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-1%c2%aa-secao-repetitivo-excecao-pre-executividade-honorarios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Honorários Advocatícios]]></category>
		<category><![CDATA[PROCESSO CIVIL]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1737</guid>
		<description><![CDATA[Em julgamento de recurso especial submetido ao regime do art. 543-C do CPC c/c a Res. n. 8/2008-STJ, a Seção assentou o entendimento de que, uma vez acolhida a exceção de pré-executividade para extinguir execução fiscal, é cabível a condenação da Fazenda Pública em honorários advocatícios. Precedentes citados: REsp 1.192.177-PR, DJe 22/6/2010; AgRg no REsp [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1737&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em julgamento de recurso especial submetido ao regime do art. 543-C do CPC c/c a Res. n. 8/2008-STJ, a Seção assentou o entendimento de que, uma vez <strong><span style="color:#333399;">acolhida a exceção de pré-executividade para extinguir execução fiscal, é cabível a condenação da Fazenda Pública em honorários advocatícios</span></strong><span style="color:#333399;">.</span> Precedentes citados: REsp 1.192.177-PR, DJe 22/6/2010; AgRg no REsp 1.134.076-SP, DJe 29/10/2009; AgRg no REsp 1.115.404-SP, DJe 24/2/2010; EDcl no AgRg no Ag 1.030.023-SP, DJe 22/2/2010, e EREsp 1.048.043-SP, DJe 29/6/2009. <a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201185036" target="new"><strong>REsp 1.185.036-PE</strong></a><strong>, Rel. Min. Herman Benjamin, julgado em 8/9/2010.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1737/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1737&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-1%c2%aa-secao-repetitivo-excecao-pre-executividade-honorarios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STF 599 &#8211; TRANSCRIÇÕES &#8211; Conselho Nacional de Justiça &#8211; Jurisdição Censória &#8211; Observância do Princípio da Subsidiariedade &#8211; Autonomia Institucional dos Tribunais em Geral &#8211; Garantia Constitucional</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-transcricoes-conselho-nacional-de-justica-jurisdicao-censoria-observancia-do-principio-da-subsidiariedade-autonomia-institucional-dos-tribunais-em-geral-garantia-constitucional/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-transcricoes-conselho-nacional-de-justica-jurisdicao-censoria-observancia-do-principio-da-subsidiariedade-autonomia-institucional-dos-tribunais-em-geral-garantia-constitucional/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CNJ]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1735</guid>
		<description><![CDATA[MS 28801 MC/DF* RELATOR: Min. Celso de Mello EMENTA: CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. JURISDIÇÃO CENSÓRIA. APURAÇÃO DA RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR DE MAGISTRADOS. LEGITIMIDADE DA IMPOSIÇÃO, A ELES, DE SANÇÕES DE ÍNDOLE ADMINISTRATIVA. A RESPONSABILIDADE DOS JUÍZES: UMA EXPRESSÃO DO POSTULADO REPUBLICANO. CARÁTER NACIONAL DO PODER JUDICIÁRIO. AUTOGOVERNO DA MAGISTRATURA: GARANTIA CONSTITUCIONAL DE CARÁTER OBJETIVO. EXERCÍCIO PRIORITÁRIO, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1735&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MS 28801 MC/DF*</p>
<p>RELATOR: Min. Celso de Mello</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EMENTA</strong>: <strong><span style="text-decoration:underline;">CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA</span></strong>. <strong><span style="text-decoration:underline;">JURISDIÇÃO CENSÓRIA</span></strong>. <strong><span style="text-decoration:underline;">APURAÇÃO</span> </strong>DA RESPONSABILIDADE <strong><span style="text-decoration:underline;">DISCIPLINAR</span></strong> DE MAGISTRADOS. <strong><span style="text-decoration:underline;">LEGITIMIDADE</span> </strong>DA IMPOSIÇÃO, <strong><span style="text-decoration:underline;">A ELES</span></strong>, DE SANÇÕES DE ÍNDOLE ADMINISTRATIVA. <strong><span style="text-decoration:underline;">A RESPONSABILIDADE DOS JUÍZES</span>: UMA EXPRESSÃO </strong>DO POSTULADO REPUBLICANO. <strong><span style="text-decoration:underline;">CARÁTER NACIONAL</span> </strong>DO PODER JUDICIÁRIO. <strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">AUTOGOVERNO</span></span><span style="color:#993300;"> </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>DA MAGISTRATURA</strong></span><strong><span style="color:#993300;">:</span></strong><span style="color:#993300;"><strong> </strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">GARANTIA CONSTITUCIONAL</span></span><span style="color:#993300;"> </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>DE CARÁTER OBJETIVO. </strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">EXERCÍCIO PRIORITÁRIO</span></span></strong><span style="color:#993300;"><strong>, PELOS TRIBUNAIS EM GERAL, </strong></span><strong><span style="color:#993300;">DO PODER DISCIPLINAR </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>QUANTO AOS SEUS MEMBROS </strong></span><strong><span style="color:#993300;">E </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>AOS JUÍZES A ELES VINCULADOS</strong></span>. <strong>A QUESTÃO </strong><em><span style="text-decoration:underline;">DAS DELICADAS RELAÇÕES</span> </em><strong>ENTRE </strong>A AUTONOMIA CONSTITUCIONAL DOS TRIBUNAIS <strong>E </strong>A JURISDIÇÃO CENSÓRIA OUTORGADA AO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. <strong><span style="text-decoration:underline;">EXISTÊNCIA DE SITUAÇÃO</span> </strong><em>DE TENSÃO DIALÉTICA </em><strong>ENTRE </strong>A PRETENSÃO DE AUTONOMIA DOS TRIBUNAIS <strong><span style="text-decoration:underline;">E</span> </strong>O PODER DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA <strong><span style="text-decoration:underline;">NA ESTRUTURA CENTRAL</span> </strong>DO APARELHO JUDICIÁRIO.<span style="color:#993300;"><strong> </strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">INCIDÊNCIA</span></span><span style="color:#993300;"> </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">DO</span></span><span style="color:#993300;"> </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">PRINCÍPIO</span></span><span style="color:#993300;"> </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">DA</span></span><span style="color:#993300;"> </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">SUBSIDIARIEDADE</span></span><span style="color:#993300;"> </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>COMO REQUISITO LEGITIMADOR DO EXERCÍCIO, PELO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, DE UMA </strong></span><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;"><strong>COMPETÊNCIA COMPLEMENTAR</strong></span></span><span style="color:#993300;"><strong> </strong></span></em><strong><span style="color:#993300;">EM  MATÉRIA </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>CORRECIONAL, DISCIPLINAR </strong></span><strong><span style="color:#993300;">E </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>ADMINISTRATIVA</strong></span>. <strong><span style="text-decoration:underline;">PAPEL</span> <span style="text-decoration:underline;">RELEVANTE</span></strong>, NESSE CONTEXTO, <strong>PORQUE HARMONIZADOR </strong>DE PRERROGATIVAS ANTAGÔNICAS, <strong><span style="text-decoration:underline;">DESEMPENHADO</span> </strong><em>PELA CLÁUSULA DE SUBSIDIARIEDADE</em>. <strong>COMPETÊNCIA DISCIPLINAR <span style="text-decoration:underline;">E</span> PODER DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE </strong>DO CONSE­LHO NACIONAL DE JUSTIÇA<strong>: <span style="color:#993300;">EXERCÍCIO</span></strong><span style="color:#993300;"><strong>, </strong></span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;"><strong>PELO CNJ</strong></span></span><span style="color:#993300;"><strong>, </strong></span><strong><span style="color:#993300;">QUE PRESSUPÕE</span></strong><span style="color:#993300;"><strong>, PARA LEGITIMAR-SE, </strong></span><strong><span style="color:#993300;">A OCORRÊNCIA </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>DE SITUAÇÕES ANÔMALAS </strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">E</span></span><span style="color:#993300;"> </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>EXCEPCIONAIS REGISTRADAS </strong></span><strong><span style="color:#993300;">NO ÂMBITO </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>DOS TRIBUNAIS EM GERAL (</strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">HIPÓTESES</span></span><em><span style="color:#993300;"> </span></em></strong><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;"><strong>DE INÉRCIA</strong></span></span><span style="color:#993300;"><strong>, </strong></span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;"><strong>DE SIMULAÇÃO INVESTIGATÓRIA</strong></span></span><span style="color:#993300;"><strong>, </strong></span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;"><strong>DE PROCRASTINAÇÃO INDEVIDA</strong></span></span><span style="color:#993300;"><strong> </strong></span><strong><span style="color:#993300;">E/OU </span></strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;"><strong>DE INCAPACIDADE DE ATUAÇÃO</strong></span></span></em><span style="color:#993300;"><strong>). </strong></span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#993300;">PRESENÇA CUMULATIVA</span></span></strong><span style="color:#993300;"><strong>, NA ESPÉCIE, </strong></span><strong><span style="color:#993300;">DOS REQUISITOS </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>CONFIGURADORES DA PLAUSIBILIDADE JURÍDICA </strong></span><strong><span style="color:#993300;">E </span></strong><span style="color:#993300;"><strong>DO “</strong></span><em><span style="color:#993300;"><strong>PERICULUM IN MORA</strong></span></em>”. <strong><span style="text-decoration:underline;">SUSPENSÃO</span> <span style="text-decoration:underline;">CAUTELAR</span> </strong>DA EFICÁCIA DA PUNIÇÃO <strong>IMPOSTA </strong>PELO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, <strong><span style="text-decoration:underline;">CONSISTENTE</span> </strong>EM APOSENTADORIA COMPULSÓRIA  DO MAGISTRADO, <em><span style="text-decoration:underline;">POR INTERESSE PÚBLICO</span> </em>(<strong><span style="text-decoration:underline;">CF</span></strong>, ART. 93, VIII, <strong>c/c </strong>O ART. 103-B, § 4º, III). <strong><span style="text-decoration:underline;">MEDIDA LIMINAR</span> <span style="text-decoration:underline;">DEFERIDA</span></strong>.</p>
<p>* decisão publicada no DJE de 6.8.2010</p>
<p>* decisão publicada no DJE de 6.8.2010</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1735/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1735&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-transcricoes-conselho-nacional-de-justica-jurisdicao-censoria-observancia-do-principio-da-subsidiariedade-autonomia-institucional-dos-tribunais-em-geral-garantia-constitucional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STF 599 &#8211; REPERCUSSÃO GERAL &#8211; Novo Teto Previdenciário e Readequação dos Benefícios</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-repercussao-geral-novo-teto-previdenciario-e-readequacao-dos-beneficios/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-repercussao-geral-novo-teto-previdenciario-e-readequacao-dos-beneficios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONSTITUCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Emenda constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[PREVIDENCIÁRIO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1733</guid>
		<description><![CDATA[É possível a aplicação imediata do novo teto previdenciário trazido pela EC 20/98 e pela EC 41/2003 aos benefícios pagos com base em limitador anterior, considerados os salários de contribuição utilizados para os cálculos iniciais. Essa foi a orientação firmada pela maioria do Tribunal, ao negar provimento a recurso extraordinário interposto contra acórdão de Turma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1733&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#993300;">É possível a aplicação imediata do novo teto previdenciário trazido pela EC 20/98 e pela EC 41/2003 aos benefícios pagos com base em limitador anterior, considerados os salários de contribuição utilizados para os cálculos iniciais</span></strong><span style="color:#993300;">.</span> Essa foi a <strong><span style="color:#993300;">orientação firmada pela maioria do Tribunal, ao negar provimento a recurso extraordinário interposto contra acórdão de Turma Recursal da Seção Judiciária do Estado de Sergipe que determinara o pagamento do segurado com base no novo teto previdenciário, bem como dos valores devidos desde a entrada em vigor da referida emenda, observada a prescrição qüinqüenal. No caso, o ora recorrido — aposentado por tempo de serviço proporcional — ingressara com ação de revisão de benefício previdenciário, pleiteando a readequação de sua renda mensal, em razão do advento da EC 20/98, a qual reajustara o teto dos benefícios previdenciários, e de ter contribuído com valores acima do limite máximo quando de sua aposentadoria</span></strong>. No presente recurso, sustentava o Instituto Nacional do Seguro Social &#8211; INSS que o princípio <em>tempus regit actum</em> delimitaria a aplicação da lei vigente à época da formação do ato jurídico, somente sendo possível a incidência de uma lei posterior, quando expressamente disposta a retroação, o que não ocorreria na espécie. Alegava ofensa ao ato jurídico perfeito, bem como aos artigos 7º, IV e 195, § 5º, ambos da CF, e 14 da EC 20/98 e 5º da EC 41/2003.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">(&#8230;)</span></p>
<p style="text-align:justify;">Salientou-se, de início, a possibilidade de apreciação do tema, haja vista se cuidar de questão de direito intertemporal, a envolver a garantia do ato jurídico perfeito haurido da vertente constitucional. Em seguida, enfatizou-se que a situação dos autos seria distinta das hipóteses anteriormente examinadas pela Corte em que assentada a impossibilidade de retroação da lei. Registrou-se que <strong><span style="color:#993300;">a pretensão diria respeito à aplicação imediata, ou não, do novo teto previdenciário trazido pela EC 20/98, e não sua incidência retroativa. Explicitou-se que o recorrido almejara manter seus reajustes de acordo com índices oficiais, conforme determinado em lei, e que reputara admissível que esses reajustes ultrapassassem o antigo teto, desde que observado o novo valor introduzido pela EC 20/98. Entendeu-se que não haveria transgressão ao ato jurídico perfeito (CF, art. 5º, XXXVI) ou ao princípio da irretroatividade das leis. Asseverou-se, ademais, que o acórdão impugnado não aplicara o art. 14 da mencionada emenda retroativamente, nem mesmo o fizera com fundamento na retroatividade mínima, dado que não determinara o pagamento de novo valor aos beneficiários, mas sim permitira a incidência do novo teto para fins de cálculo da renda mensal de benefício</span></strong><span style="color:#993300;">.</span> Tendo em vista se tratar de processo submetido à sistemática da repercussão geral, reputou-se que esse mesmo raciocínio seria aplicável ao disposto no art. 5º da EC 41/2003, o qual, de modo análogo, aumentara o valor do limite máximo dos benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social. Rejeitou-se, ainda, a afirmação de violação ao art. 7º, IV, da CF, porquanto não haveria no acórdão adversado tema relativo à vinculação a salário mínimo. Repeliu-se, também, a assertiva de afronta ao art. 195, § 5º, da CF, já que não fora concedido aumento ao recorrido, e sim declarado o direito de ter sua renda mensal de benefício calculada com base em um limitador mais alto fixado por emenda constitucional. Vencido o Min. Dias Toffoli que provia o recurso, por considerar desrespeitado o ato jurídico perfeito, uma vez que o valor do benefício fora definido em ato único e não continuado, não podendo uma lei posterior modificar essa fórmula de cálculo, salvo previsão expressa de aplicação a situações fáticas pretéritas. Julgava, também, afrontado o art. 195, § 5º, da CF.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">RE 564354/SE, rel. Min. Cármen Lúcia, 8.9.2010.</span> (RE-564354)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1733/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1733&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-repercussao-geral-novo-teto-previdenciario-e-readequacao-dos-beneficios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>STF 599 &#8211; PLENO &#8211; Embargos de Declaração e Modulação de Efeitos</title>
		<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-pleno-embargos-de-declaracao-e-modulacao-de-efeitos/</link>
		<comments>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-pleno-embargos-de-declaracao-e-modulacao-de-efeitos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONSTITUCIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito inconstitucionalidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/?p=1731</guid>
		<description><![CDATA[Em conclusão de julgamento, o Tribunal, por maioria, acolheu embargos de declaração para modular os efeitos de decisão proferida em ação direta de inconstitucionalidade. Esclareceu-se que o acórdão embargado tem eficácia a partir da data de sua publicação (21.8.2009). Na espécie, o Supremo declarara a inconstitucionalidade da Lei distrital 3.642/2005, que dispõe sobre a Comissão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1731&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em conclusão de julgamento, o Tribunal, por maioria,<span style="color:#993300;"> </span><strong><span style="color:#993300;">acolheu embargos de declaração para modular os efeitos de decisão proferida em ação direta de inconstitucionalidade</span></strong>. Esclareceu-se que o acórdão embargado tem eficácia a partir da data de sua publicação (21.8.2009). Na espécie, o Supremo declarara a inconstitucionalidade da Lei distrital 3.642/2005, que dispõe sobre a Comissão Permanente de Disciplina da Polícia Civil do Distrito Federal — v. Informativos 542 e 591. <strong><span style="color:#993300;">Reconheceu-se, de início, a jurisprudência da Corte, no sentido de inadmitir embargos de declaração para fins de modulação de efeitos, sem que tenha havido pedido nesse sentido antes do julgamento da ação. Entendeu-se que, no caso, entretanto, a declaração não deveria ser retroativa, por estarem configurados os requisitos exigidos pela Lei 9.868/99 para a modulação temporal dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade, tendo em conta a necessidade de preservação de situações jurídicas formadas com base na lei distrital</span></strong><span style="color:#993300;">.</span> Mencionou-se, no ponto, que a declaração de inconstitucionalidade com efeitos <em>ex tunc</em> acarretaria, dentre outros, a nulidade de todos os atos praticados pela Comissão Permanente de Disciplina da Polícia Civil do Distrito Federal, durante os quatro anos de aplicação da lei declarada inconstitucional, possibilitando que policiais civis que cometeram infrações gravíssimas, puníveis inclusive com a demissão, fossem reintegrados. Vencidos os Ministros Marco Aurélio e Celso de Mello que não acolhiam os declaratórios, por não vislumbrar os pressupostos de embargabilidade, e rejeitavam a modulação dos efeitos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">ADI 3601 ED/DF, rel. Min. Dias Toffoli, 9.9.2010</span>. (ADI-3601)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jurisprudenciasuprema.wordpress.com/1731/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jurisprudenciasuprema.wordpress.com&amp;blog=9059567&amp;post=1731&amp;subd=jurisprudenciasuprema&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2010/09/23/stf-599-pleno-embargos-de-declaracao-e-modulacao-de-efeitos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/f872ee55d8cab805e509d728b2330840?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">diogofranca</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
